segunda-feira, 27 de abril de 2015

SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE A DOENÇA ISQUEMIA:

Isquemia, é a falta de suprimento sanguíneo para um tecido orgânico devido a obstrução causada por um trombo, seja ele formado por placas gordurosas ou por coágulos sanguíneos. Como o sangue, através das hemácias (glóbulos vermelhos), leva o oxigênio às células, a isquemia resulta em falta de glicose e de oxigenação nas células (hipóxia). O local mal oxigenado tende a ficar roxo e se não for tratado com urgência pode causar a morte. Segundo a OMS, em 2011 foi a maior causa de mortes no mundo, com mais de 7 milhões de mortes de isquemias cardíacas e pelo menos mais 3 milhões por isquemias cerebrais ou pulmonares.


O tipo de isquemia depende da área afetada e dos problemas causados. A isquemia de uma parte do coração (músculo cardíaco denominado "miocárdio") leva ao infarto, devido a obstrução do fluxo sanguíneo por um trombo gerando infarto agudo do miocárdio (conhecido popularmente como infarto do coração, ou IAM).
A isquemia em uma parte do cérebro leva ao acidente vascular cerebral (AVC), conhecido como "trombose" (embora nem sempre seja causada por trombos, pode ser também porestenose (estreitamento e/ou bloqueio de uma artéria). Nos membros pode causar gangrena e necessitar amputação. No pulmão pode levar a embolia pulmonar. No intestino é chamada de isquemia mesentérica e pode causar inflamação grave (colite isquêmica). Na pele resulta em descoloração, deixando a pele roxa ou azulada.
É classificado como aguda se a interrupção do fluxo sanguíneo (oclusão do lúmen da artéria) surgir muito rapidamente e crónica se a interrupção do fluxo ocorrer lenta e progressivamente. Cada área possui sua classificações específicas dependendo da presença ou ausência de sintomas.

SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE CÂNCER DE PULMÃO:

câncer de pulmão é uma doença caracterizada pelo crescimento celular descontrolado em tecidos do pulmão. Se não for tratado, esse tumor pode se espalhar para fora do pulmão por um processo chamado de metástase, acometendo órgãos adjacentes e, eventualmente, se disseminando para outras partes do corpo. A maioria dos tumores que começam no pulmão, conhecidos como tumores primários de pulmão, são carcinomas derivados de células epiteliais. Os principais tipos de câncer de pulmão são ocarcinoma de pulmão não pequenas células (CNPC) e o carcinoma de pulmão pequenas células (CPC), também chamado de tumor "oat cell". A causa mais comum do câncer de pulmão é a exposição a longo prazo à fumaça do tabaco. Não fumantes compreendem cerca de 15% dos casos de câncer de pulmão, e esses casos são, frequentemente, atribuídos a fatores genéticos, gás radônio, asbesto ou poluição do ar, incluindo otabagismo passivo.


Os sintomas mais comuns são tosse (também a hemoptise), perda de peso e dificuldades na respiração. O câncer de pulmão pode ser visto naradiografia do tórax e na tomografia computadorizada (TC). O diagnóstico é confirmado por uma biópsia, que geralmente é realizada através de uma broncoscopia ou de uma biópsia guiada por TC. O tratamento e o prognóstico dependem do tipo histológico do tumor, do estágio (grau de extensão da doença) e do bem-estar geral do paciente, medido pelo estado funcional. Os tratamentos mais comuns são a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. O CNPC pode ser tratado com cirurgia, ao passo que o CPC, normalmente, responde melhor à quimioterapia e à radioterapia. Isso se dá, parcialmente, porque o CPC frequentemente se espalha muito cedo e esses tratamentos são melhores em atingir as células que já se deslocaram para outras partes do corpo.

A sobrevida depende do estágio, da saúde geral e de outros fatores, mas, em geral, 15% das pessoas diagnosticadas com câncer de pulmão nos Estados Unidos sobrevivem por, pelo menos, cinco anos após o diagnóstico. Em todo o mundo, o câncer de pulmão é a causa de morte provocada por algum tipo de câncer mais comum, em homens e em mulheres, e, em 2008, foi responsável por 1,37 milhão de mortes.
AIDS – Mata 1.6 milhões por ano

HIV/AIDS mata 1.6 milhões de pessoas, anualmente, e infecta 2.3 milhões de pessoas por ano também. Um total de cerca de 35 milhões de pessoas estão atualmente infectadas com esta doença. É transmitida por fluidos corporais e não tem cura; matou cerca de 36 milhões de pessoas pelo mundo desde que foi documentada no ano 1981, pela primeira vez.

A artrose, também chamada de osteoartrite, é um processo degenerativo que acomete a articulação, havendo inicialmente um desgaste da cartilagem que encontra-se aderida à superfície dos ossos que se articulam entre si.
O fator desencadeador da artrose não foi elucidado ainda. Acredita-se que distintos mecanismos possam levar às mesmas na função e composição da articulação. Sua ocorrência é mais comum após os 30 anos de idade, aumentando muito sua prevalência a partir dos 50 anos de idade.
O tratamento deve ser iniciado o mais cedo possível para obtenção de bons resultados. A maioria das formas de tratamento inclui exercícios físicos, controle de peso (sendo essas duas últimas alternativas formas de prevenção também), descanso e alívio do estresse sobre as articulações, técnicas para aliviar a dor, tratamento medicamentoso, tratamento cirúrgico e terapias complementares.

SARAMPO


Transmissão:
A doença é causada pelo vírus Morbillivirus, propagado por meio das secreções mucosas, como a saliva, de indivíduos doentes.
Sintomas:
Febre alta, dor de cabeça, mal-estar, inflamação das vias respiratórias e pequenas erupções avermelhadas na pele.
Tratamento
Repouso, ingestão de bastante líquido, alimentação leves e uso antitérmicos para baixar a febre. Em alguns casos, há necessidade de tratamento para o aumento de imunidade. A vacina é eficaz em cerca de 97% dos casos e deve ser aplicada em duas doses a partir do nono mês de vida da criança.
febre amarela, é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos contaminados e ocorre na América Central, na América do Sul e na África. No Brasil no período de 1980 a 2004, foram confirmados 662 casos de febre amarela silvestre, com ocorrência de 339 óbitos, representando uma taxa de letalidade de 51% no período.

No Brasil, a febre amarela pode ser adquirida em áreas silvestres e rurais de regiões como Norte e Centro-Oeste, além de parte do Sudeste, Nordeste e Sul. Ou seja, o indivíduo entra em regiões onde exista o mosquito Haemagogus janthinomys e, consequentemente, sofre a possibilidade de ser picado por algum desses mosquitos já afetado pelo vírus, que possivelmente fora contraído pela picada em um ser já portador, como um bugio ou outros tipos de macacos, e, em seguida, o mosquito pica a pessoa que ainda não teve a doença nem foi vacinado e, portanto, não adquiriu defesa para combater o vírus. Nas cidades o vetor da febre amarela é o Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e a febre Chicungunha. Desde 1942 a febre amarela é considerada erradicada em áreas urbanas do Brasil, para que a situação se mantenha assim é fundamental o controle deste mosquito e a vacinação das pessoas que vivem em áreas endêmicas.

O vírus da febre amarela pertence à família dos flavivírus, e o seu genoma é de RNA simples de sentido positivo (pode ser usado diretamente como um RNA para a síntese proteica). Produz cerca de 10 proteínas, sendo 7 constituintes do seu capsídeo, e é envolvido por envelopebilipídico. Multiplica-se no citoplasma e os virions descendentes invaginam para o retículo endoplasmático da célula-hóspede, a partir do qual são depois exorcistados. Tem cerca de 50 nanômetros de diâmetro.
TUBERCULOSE

Transmissão
Proximidade com pessoas infectadas, assim como os ambientes fechados e pouco ventilados favorecem o contágio. O bacilo de Koch é transmitido nas gotículas eliminadas pela respiração, por espirros e pela tosse. Além dos pulmões, a doença pode acometer órgãos, como os rins.
Sintomas
Tosse por mais de duas semanas, produção de catarro, febre, sudorese, cansaço, dor no peito, falta de apetite e emagrecimento são os principais sintomas. Em casos avançados, pode aparecer escarro com sangue.
Tratamento
O tratamento da tuberculose é feito com a administração de antibióticos combinados por pelo menos seis meses. No Brasil, a distribuição dos medicamentos é gratuita.